Tua musa tem nome, sim. Não minta pra mim. Nome da cor vermelha, da cobra do veneno doce, da morte rápida e dolorida. Nome de poetisa, contista e menina. Nome da mentira, do rubor da tua face, do pecado das curvas imaginárias. Imaginadas. E a realidade transmutada em poesia. As rimas mais belas.Mentira. Mentira. Mentira. O endereço existe e tem pressa.Teu futuro é louco. E sem graça. Teu tesão é pouco. E passa. O meu corpo é meu – não é de graça.
Caracaaa! Como é bom “ouvir” você falar!