Saber que a sua poesia deriva de um torpor puramente químico me dá nojo. Ler suas palavras e saber que foram destinadas a pobres putas, duras e sentimentais, me dá nojo. Tenho nojo do que te envolve. Tenho nojo do que um dia pensei que me envolvesse. A ideia da remota possibilidade me dá nojo.
Perdi as referências. Me perdi nas reticências… Entre encontros, passados e intermitências. Lembranças de uma noite mal dormida. Passagens, memórias de outra vida. Idas… Vindas… Nada mudou, afinal. Ponto. Final.